Clique na imagem para assistir:
Procuro ampliar horizontes. Os meus e os daqueles que me cercam. 1% ao dia, todos os dias.
Mais uma dica da minha amiga sempre atenta Renata Alves Lima. Veja só o nome bem sacado com que conseguiram batizar uma "fazenda marinha" que cultiva ostras e mexilhões em Santa Catarina: Ostra Vagante. Parece nome de personagem de história em quadrinhos, do tempo em que eu ainda lia gibi ("Gibi"??? Acabei de entregar a idade!).
O que poderia parecer mera piada constitui ótimo Marketing: o nome "cola". Você lê e não esquece. E tem mais: o toque de humor gera uma imagem altamente simpática. Não conheço os caras, não como ostras, nunca provei seus produtos e já tenho uma imagem positiva deles. Na linha "uns-caras-que-dão-esse-nome-ao-negócio-devem-ser-legais".
Adorei essa campanha do Science World, um espaço dedicado a ensinar Ciências de uma forma divertida que existe em Vancouver, Canadá, cujo slogan é: "We can explain", ou, numa tradução pra lá de informal, "a gente explica".
As peças publicitárias incluem desde adesivos que o deixam saber que você engole 1 Litro de meleca e cresce não sei quantos metros de cabelo por dia, uma capa de árvore que conta que um castor pode derrubar até 200 árvores por dia, até outdoors tridimensionais (como o que diz que seu corpo contém carbono suficiente para fabricar 9.000 lápis), chegando a um cartaz interativo que explica, de forma muito divertida, o estrago que um espirro pode causar (não perca o filme = clique duas vezes sobre a imagem abaixo e assista).
Ação de marketing de guerrilha inteligente, divertida, surpreendente, barata, fácil de fazer: um adesivo que imita cocô de passarinho, para ser grudado no vidro de carros estacionados pela rua ou em estacionamentos de shoppings e locais do gênero.
Quando o dono do carro chega perto, lê a frase "Você não odeia quando isso acontece?" e o convite para experimentar os serviços do lava-rápido do Danny. Com direito a um desconto especial de US$ 1 (um dólar), se apresentar o adesivo. Pelo que sei, gerou muitos novos clientes para o tal lava-rápido.
Ousar e inovar é essencial. Para nós, do Grupo Cherto, faz parte do DNA. E está entre nossos Valores.
Meus sócios na Divisão de Expansão do Grupo Cherto, Fernando Campora e Filomena Garcia, e eu estamos negociando um ponto comercial, em São Paulo, para instalar um negócio inédito: uma loja para vender franquias de clientes nossos. Franquias de várias marcas e segmentos diversos.
Nosso cronograma prevê a inauguração dessa loja até o final de maio, que é para aproveitar o fluxo das pessoas de fora da cidade que vierem visitar a Feira de Franquias. Mas, se a arquiteta e a empresa que vai fazer a obra conseguirem correr, quanto antes, melhor.
Nossa idéia é oferecer uma "experiência de consumo" especial para os empreendedores e investidores interessados em franquias, que poderão conhecer diferentes oportunidades de negócio num espaço especialmente projetado para este fim, com jeitão de varejo bacana e um atendimento muito diferenciado.
E já estamos criando o negócio em dois formatos: uma loja de rua e um quiosque. Os quiosques serão instalados em eventos empresariais e (por que não?) até mesmo em shopping-centers, se aparecer alguma oportunidade muito interessante.
E, se tudo der certo e atingirmos os volumes de vendas de franquias de clientes nossos que projetamos, até o final do ano o modelo será levado para outras cidades. Parte por meio de outros pontos próprios. E parte, é claro, via franchising.
Quando meu cunhado Renato De Cara, que é Diretor da Cavalera, me contou que pretendia fazer o desfile dessa grife no São Paulo Fashion Week "dentro" do poluidíssimo Rio Tietê, confesso que fui um pouco reticente. Mas, conhecendo o Re e sua capacidade de fazer acontecer coisas pouco usuais, aos poucos fui comprando a idéia. E até tentei ajudar a conseguir uns patrocínios para o evento.
Quando vi que, na hora do desfile, chovia paca, temi pelo sucesso da empreitada. Mas o tempo acabou contribuindo para dar um certo ar "Blade Runner" à coisa toda. E, no fim, parecia até que a chuva fazia parte da proposta e havia sido encomendada. E tudo foi um sucesso, como mostra a repercussão em toda a mídia.
Os modelos que desfilaram é que devem ter odiado passear suas belezas por um ambiente tão infecto e mal-cheiroso. Mas aí é como diz sempre meu treinador de corrida Mario Sergio: ema, ema, ema, cada um com seus "pobrema".
Nota mil para o Renato! Estou orgulhoso até não poder mais.
A declaração do ministro Temporão, atribuindo às próprias vítimas a culpa por terem contraído febre amarela, comprova que Millôr Fernandes estava certo quando escreveu que o Brasil é o único país onde os ratos conseguem botar a culpa no queijo.
A Travelodge está construindo, em Londres, um hotel de 8 andares totalmente formado por containers marítimos adaptados, um preso ao outro (ver foto). Cada container é uma suíte completa, com quarto e banheiro.
Quando for inaugurado, em junho deste ano, deve começar cobrando diárias de £19, uma pechincha, em se tratando de Londres.
Um dado interessante é que essa fórmula permite construir hotéis temporários. Ou mudar um hotel de um local para outro. Ou reduzir o número de andares de um hotel. Ou reciclar inteiramente o hotel. Tanto que a Travelodge afirma que, se o teste der certo, pretende ter, no futuro, pelo menos 50% de sua rede construída dessa forma.
O projeto é da Verbus e as "suítes" são enviadas da China (com banheiro, paredes de gesso e tudo mais), prontas para serem "plugadas" nos pontos de luz, água e esgoto, como se fossem peças de um grande Lego e, em seguida, mobiliadas e decoradas para ficarem com cara de quartos de um hotel como outro qualquer. O filme que você acessa clicando na imagem abaixo dá um idéia melhor de como a coisa é.
Tem gente que acha um absurdo. Eu acho uma grande sacada.
Clique na imagem abaixo e aprenda como NÃO fazer um infocomercial:
De qual eles decidiram anunciar que haviam incluído batata frita no cardápio dos restaurantes da rede.
Quem me mandou esta foto foi meu meu amigo Rico Lindenbojn. Como disse ele, pode parecer que se trata de algum lugar na Índia ou no Paquistão. Mas, na verdade, é o cruzamento da Faria Lima com a JK, em São Paulo mesmo.
Quem provocou esse enrosco deveria ser amarrado a um pelourinho e tomar uma surra de rodo.
Esta informação quem me passou foi meu amigo Daniel Guedes, que escreve um blog e nem tinha me contado.
Uma funerária do Rio Grande do Norte inventou um jeito daqueles que não podem comparecer a um velório acompanharem à distância o que se passa no ambiente: instala em cada salão de velório uma webcam que transmite tudo ao vivo para qualquer um que tenha acesso à Internet. Como diz o Daniel, os caras inventaram o velório virtual.
Anote aí: daqui a pouco vai ter neguinho casando pelo Skype.