29 de mar. de 2007

Mudanças no mercado das franquias de fast-food

Meu amigo e parceiro em vários projetos Kan Wakabayashi, diretor da Cypress, concedeu entrevistas a vários veículos comentando a iminente venda (provavelmente para o Banco Pactual) de toda a operação McDonald's na América Latina e o impacto que isso terá no mercado brasileiro de franquias (principalmente nas franquias de food-service). Aqui vão alguns de seus comentários mais relevantes publicados no Monitor Mercantil:

"A possível venda da rede McDonald"s na América Latina para o Pactual Capital Partners vai causar a reestruturação do segmento de fast food no mercado brasileiro. A negociação envolve somente as lojas próprias da rede na América Latina e a gestão da marca. No Brasil, o McDonald"s tem 544 restaurantes próprios. Para o consultor da Cypress Associates Kan Wakabayashi, a venda e o preço firmado representarão um sinal para o mercado dos próximos movimentos desse segmento. "A mudança na gestão do McDonald"s vai trazer um processo de consolidação das cadeias menores", diz.

De acordo com Wakabayashi, em um curto espaço de tempo, o segmento deverá migrar de um modelo fragmentado, muitas empresas que faturam até R$ 50 milhões para a concentração em organizações de grande porte multi-mercado (com faturamento na casa de R$ 1 bilhão), ou seja, aquelas que atuam com diversas marcas em seu potfólio. Exemplos desse modelo são a ALSEA, no México, que administra o Burger King, o Starbucks e a Domino"s Pizza; a YUM, nos Estados Unidos, que administra várias marcas conhecidas como Pizza Hut e KFC; e Gôndola, na Inglaterra.

O especialista diz que a causa do movimento é a mudança de gestão. "O processo de aquisição da rede McDonald"s depende da capacidade do novo gestor de transformar a operação em algo rentável, privilegiando as necessidades locais", explica. A gestão atual foi marcada pela dificuldade do gestor em rentabilizar a operação. Com a dificuldade dos franqueados, o McDonald"s precisou recomprar várias lojas e teve os ganhos reduzidos.

Na nova direção, será preciso rever o modelo, trazendo mais receitas à rede e a redução de custos. "Na maioria dos casos, o modelo definido pelo McDonald"s levava em conta a realidade dos EUA. É preciso tornar a rede mais atraente para a América Latina, ou seja, tropicalizar o modelo", lembra.

O McDonald"s foi uma das poucas redes de fast food que ingressou no Brasil e conseguiu se expandir. A mudança na gestão, que deve fazer a rede se tornar mais agressiva no mercado, irá gerar uma reação em cadeia das outras redes, o que acelera o processo de fusões e aquisições. O Bob"s, por exemplo, já anunciou a compra do direito de exploração da KFC. "As cadeias ficarão mais fortalecidas", acredita Wakabayashi.

O Pactual, que está adquirindo a rede com vistas em investimento, tem três opções para se desfazer da aplicação mais tarde. A primeira é vender a uma outra rede que pretenda explorar o mercado latino americano. Vender a operação em pedaços, dividindo por países ou regiões ou fazer um IPO do McDonald"s no Brasil. Essa última dependeria da aprovação da matriz norte-americana."

28 de mar. de 2007

O Hino do Empreendedor

A música Do it, de Lenine e Ivan Santos, deveria ser adotada como o Hino Oficial do Empreendedor:

Do It

Tá cansada, senta

Se acredita, tenta

Se tá frio, esquenta

Se tá fora, entra

Se pediu, agüenta

Se sujou, cai fora

Se dá pé, namora

Tá doendo, chora

Tá caindo, escora

Não tá bom, melhora

Se aperta, grite

Se tá chato, agite

Se não tem, credite

Se foi falta, apite

Se não é, imite

Se é do mato, amanse

Trabalhou, descanse

Se tem festa, dance

Se tá longe, alcance

Use sua chance

Se tá puto, quebre

Tá feliz, requebre

Se venceu, celebre

Se tá velho, alquebre

Corra atrás da lebre

Se perdeu, procure

Se é seu, segure

Se tá mal, se cure

Se é verdade, jure

Quer saber, apure

Se sobrou, congele

Se não vai, cancele

Se é inocente, apele

Escravo, se rebele

Nunca se atropele

Se escreveu, remeta

Engrossou, se meta

Quer dever, prometa

Pra moldar, derreta

Não se submeta

25 de mar. de 2007

Franqueados maiores que os franqueadores

A maioria das pessoas, quando pensa no franqueado, visualiza uma pessoa física que investe as economias da vida para montar uma lojinha da marca X ou da marca Y. Mas nem sempre essa imagem corresponde à realidade. Há casos de franqueados BEM maiores que seus franqueadores.

Tome-se, por exemplo, o franqueado que opera a franquia da Casa do Pão de Queijo no Aeroporto de Congonhas e também as unidades Bob's e Casa do Pão de Queijo no Terminal Rodoviáriodo Tietê, entre outros pontos. Fruto de uma joint-venture do Grupo Accor (leia-se hotéis Ibis, Sofitel, Mercure e Novotel, Ticket, Incentive House, etc) com o Compass Group (maior operador mundial de food-service, com faturamento anual superior a US$ 50 Bilhões), a GRSA é a maior empresa de food-service do Brasil, operando restaurantes corporativos, alimentação em hospitais e locais remotos (garimpos, plataformas de petróleo, etc), cantinas em escolas e áreas de alimentação em terminais rodoviários e aeroportos.

Apesar de ter marcas próprias, a GRSA vem utilizando (na qualidade de franqueada) marcas de terceiros nas suas operações de varejo, em aeroportos, empresas e terminais rodoviários. Estudos mostram que usar uma marca e um conceito conhecidos do público eleva em muito o faturamento e a lucratividade dos pontos de venda. Mesmo em áreas com predominância de consumiores cativos ou semi-cativos (aeroportos, escolas, hospitais, terminais rodoviários e ferroviários, empresas e outras).

A franquia da Casa do Pão de Queijo, em Congonhas, é um assombro. Suas vendas diárias em fevereiro alcançaram a média de 1.300 pães de queijo, 615 cafezinhos, mais de 400 copos de suco, quase 300 garrafas de refrigerante e mais de 400 de água. Isso mesmo: por dia! Tem boteco que não vende isso num mês!

23 de mar. de 2007

Boato de Sexta-Feira?

Comenta-se, a bocas de Matilde, que o português Luís Pinho, que foi franqueado do McDonald's em Ipanema, Leblon e Duque de Caxias (RJ), estaria para assumir posição de destaque numa importante organização de "food service".

Pinho ganhou notoriedade, anos atrás, ao introduzir pastel, chopp e pagode no cardápio de sua loja da Baixada Fluminense, sob o argumento (correto, a meu ver) de que era fundamental "duquedecaxiar" o McDonald's antes de pretender "mcdonaldizar" a população de Duque de Caxias. Nosso amigo comum Peter Rodenbeck (na época presidente do McDonald's do Rio para cima e atualmente sócio do Outback e do Starbucks) costumava dizer que Pinho era o "provocador necessário", aquele elemento que toda organização precisa ter para, com consistência, boa-fé e conhecimento de causa, questinonar certos dogmas que, de tanto em tanto, precisam mesmo ser repensados.

Inteligente, carismático, articulado, extrovertido, bom operador e bom gestor de pessoas e negócios, Pinho é um daqueles profissionais que fazem uma diferença positiva na vida da organização e dos que a integram.

22 de mar. de 2007

KFC - agora já dá para falar

Agora já posso falar, pois foi oficialmente divulgado que a mesma empresa que gere a rede Bob's passa a responder também pela operação KFC no Brasil. Até ontem, a obrigação de sigilo profissional me impedia de comentar o assunto.

É o típico negócio ganha-ganha. Ou seja: bom pra ambas as partes. A KFC ganha um operador/gestor com profundo conhecimento de Brasil, sério, profissional, com bons relacionamentos, com boa escala, bem estruturado, com equipe, processos e tudo mais prontos para cuidar de várias marcas, além da marca Bob's. E o Bob's incorpora ao seu portfólio uma marca internacional de respeito, com vasta experiência e uma história de sucesso em vários cantos do mundo. Ponto para as duas organizações.

21 de mar. de 2007

Como assim, franquias na ExpoManagement?

Lendo o comentário de ontem à tarde, dois leitores me escreveram perguntando que história é essa de exposição de franquias na ExpoManagement. Pois é, em 2006, HSM e Grupo Cherto se aliaram para implantar, na ExpoManagement, um pavilhão com 240m2 (veja a foto), no qual 12 franqueadores expuseram suas franquias ao público altamente selecionado de executivos e empresários frequentadores daquele evento.

Modéstia às favas, foi um sucesso. Um dos espaços mais visitados. Até Jack Welch foi conferir... e ficou encantado com o que viu. Aliás, o sucesso foi tamanho que resolvemos repetir a dose este ano. Na verdade, resolvemos triplicar a dose. Primeiro na ExpoManagement de Madrid (só com franquias espanholas), depois na da Cidade do México (com franquias mexicanas) e, por último, na de São Paulo, que acontecerá nos dias 5, 6 e 7 de novembro.

Aqui, teremos uma área bem maior, na qual 20 franqueadores-expositores estarão presentes. E mais um montão de novidades que as equipes da HSM e do Grupo Cherto estão preparando. Quando chegarmos mais perto, eu conto maiores detalhes.

20 de mar. de 2007

Feiras de Franquia têm futuro?

Acontece em Washington, DC, EUA, de 30/04 a 01/05 mais uma edição da International Franchise Expo, a Feira de Franquias apoiada pela International Franchise Association. Estive na do ano passado, depois de muito anos sem participar. E confesso que fiquei desapontado. Como, aliás, também tinha ficado na Feira Internacional de Franquias de Londres.

A verdade é que tudo indica que o modelo de grandes feiras tende a se esgotar, à medida que outros canais para a divulgação de franquias ganham cada vez mais espaço. Me refiro à Internet, aos eventos menores e mais focados (como a ExpoManagement) e outros "espaços" cuja relação custo-benefício vem se mostrando bem mais favorável tanto a quem expõe como a quem busca uma franquia.

Não estou renegando as Feiras de Franquias. Organizei a primeira Feira de Franquias do Brasil (em 1987 ou 1988) e várias que aconteceram depois dela. Acho que, em nosso país, as Feiras ainda representam um espaço nobre. E terão uma sobrevida de alguns anos. Além disso, considero a Feira apoiada pela ABF, que acontece em São Paulo anualmente, sempre no início de junho, uma das melhores - se não a melhor de todas essas Feiras.

Mas entendo que o modelo já mostra sinais de fadiga. E que, mais cedo ou mais tarde, acontecerá aqui o que já ocorre nos países de primeiro mundo: uma migração violenta das melhores e maiores franquias para outras "mídias" que, no frigir dos ovos, geram melhores resultados a custos (grana, aporrinhação, etc) mais razoáveis.

Venda do McDonald's

Há boatos de que teria sido anunciado ontem, ou que será oficialmente anunciado hoje, o nome do novo dono do McDonald's em toda a América Latina.

De acordo com gente que sabe das coisas, não passa de "balão de ensaio" plantado por um dos grupos interessados na compra do negócio. OU seja: a decisão final sobre quem fica com a rede ainda não teria sido tomada.

19 de mar. de 2007

Fun Food

Como falamos em sorvetes no último post, acho oportuno falarmos a respeito de uma das redes de franquias que mais cresce nos EUA: a Cold Stone Creamery. Franquias de que? Você adivinhou: sorveterias. São cerca de 1.500 lojas nos Estados Unidos, Japão e Coréia. Com planos de expansão para outras partes do mundo, inclusive a China. O modelo de negócio lembra muito a rede Cremeria, que a Nestlé implantou no Brasil: os sorvetes são manipulados sobre uma placa de granito (ou será mármore?) gelada (é daí que vem o nome Cold Stone, ou Pedra Gelada) e misturados com vários ingredientes, à escolha do freguês. Quem ainda não provou (seja os produtos da Cold Stone, seja os das Cremerias), não sabe o que está perdendo.

Vejo, nesse conceito, um paralelo com os restaurantes Spoleto, nos quais o cliente pode "brincar de chef", misturando uma das massas com um dos molhos e acrescentando uns tantos ingredientes (pedaços de brócolis, queijo, tomate seco, palmito e mais um monte de opções) para criar uma receita que é só sua. Nas lojas Cremeria e Cold Stone é mais ou menos a mesma coisa. Você mistura o sorvete que quiser com o ingrediente que bem entender. Só que, no lugar de macarrão, entra o sorvete e no lugar dos molhos e complementos salgados entram pedacinhos de chocolate, amêndoas, crocante e outras delícias. Mas o componente lúdico está presente em todos esses conceitos, que a gente pode, por isso mesmo, inserir na categoria de "fun food".

16 de mar. de 2007

Brasileiro não gosta de sorvete?

Meu amigo e guru Francisco Madia, presidente da Academia Brasileira de Marketing, publicou recentemente um ótimo artigo em que analisa o mercado brasileiro de sorvetes. Fico tão perplexo quanto ele ao pensar que, no Brasil, são consumidos anualmente apenas 3,5 litros per capita. Enquanto isso, na Argentina o consumo é de 5 litros. No Chile, de 6,5 litros. E na Finlândia, de 20 litros. E o pior de tudo é ouvir que no Brasil se toma pouco sorvete por ser um produto “sazonal”, pelas pessoas acreditarem consumir gelado no inverno faz mal à saúde... Ou, pior, que “brasileiro não gosta de sorvete”...

Assim como o Madia, entendo que o que falta é cuidar melhor do Marketing do sorvete. O mestre lembra que, anos atrás, os “especialistas” diziam que “o brasileiro não gosta de suco de frutas”. E que, por isso, suco pronto não vendia. Até que veio uma Del Valle e, com competência e ousadia, virou o jogo. E fez isso mudando o gosto do brasileiro? Não. Apenas trabalhou bem a qualidade do produto, os canais de distribuição, a embalagem, a comunicação e tudo mais que era preciso. E dominou o mercado.

Quando será que alguém vai fazer o mesmo com o sorvete? Será que uma boa rede de franquias de pontos de venda de sorvetes, bem gerida e operada, não pode ajudar a mudar o jogo?

15 de mar. de 2007

Painel Internacional de Seleção da Endeavor

Estou em Punta del Este, ajudando a selecionar os novos Empreendedores que a Endeavor passará a apoiar, daqui por diante, no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai e México. O Painel Internacional de Seleção é a última etapa pela qual precisam passar, antes de se tornarem Empreendedores Endeavor. O processo todo é muito duro e a grande maioria dos candidatos é eliminada nas fases iniciais. Até hoje, mais de 12.000 se submeteram ao processo, em todos os países emergentes onde essa ONG se faz presente. E pouco mais de 200 chegaram até o final.

Isso significa que os que chegam até aqui são todos uns “feras”. E que participar, como tenho feito nos últimos anos, dessa etapa final de escolha é, ao mesmo tempo, uma imensa responsabilidade, um privilégio e, acima de tudo, uma excelente oportunidade para aprender coisas novas e abrir meus olhos e minha mente para novas formas de negócio e novas maneiras de ver o mundo. O interessante é que se trata de um processo ganha-ganha: eles saem daqui convencidos de que aprenderam muito conosco, os Painelistas. E eu estou seguro de que nós é que aprendemos muito com eles. E também uns com os outros.

14 de mar. de 2007

Nem sempre a gente acerta... graças a Deus !

Nesta segunda-feira, dia 19 de março, terão início, em São Paulo, as aulas da 45ª Turma da Franchising University. E já estão planejadas mais duas Turmas para este ano. É engraçado pensar que, quando criamos esse curso em 1993, minha idéia era chegar a 10, talvez 15 Turmas. E olhe lá... Francamente, não achei que existissem no Brasil interessados suficientes para mais do que isso. Felizmente, eu estava redondamente enganado.

Graças a Deus, nem todos os planos que a gente faz dão certo.

13 de mar. de 2007

Mas, Pepsi no McDonald's ???

O que já foi impensável aconteceu: nos EUA, algumas lojas McDonald's já oferecem aos clientes a opção de acompanhar seus lanches com um copo de Coca-Cola ou de alguma das bebidas distribuídas pela Pepsi (Montain Dew, Gatorade e Lipton Ice-Tea). No Brasil, há anos Peter Rodenbeck e Greg Ryan (que na época comandavam a rede por aqui) conquistaram o direito de vender Guaraná Antarctica... além de Coca e Coca Light. Mas nos EUA o assunto sempre foi considerado tabú, desde que McDonald's e Coca estabeleceram sua aliança em 1955.

A novidade (que por ora é apresentada como um "teste") pode levar a uma virada no mercado. Afinal, naquele país sempre foi a liderança nas vendas via post-mix que manteve a vitória dos produtos da Coca sobre os produtos da Pepsi. E, sem dúvida, o McDonald's é o fiel da balança, no que se refere à venda de refrigerantes em post-mix.

Se o McD decidir ampliar o programa para toda a sua rede e se, tendo o direito de escolha, seus clientes passarem a dar preferência às marcas da Pepsi, esta pode ganhar a dianteira... embora, por enquanto, seus produtos sejam oferecidos aos McClientes apenas em latas ou garrafas (e não no post-mix) e apesar das bebidas Pepsi e Pepsi Light continuarem banidas de suas lojas.

12 de mar. de 2007

Mahogany cresce via franquias

A Mahogany, tradicional empresa de produtos de Personal Care (beleza e higiene pessoal), que sempre utilizou as farmácias e o grande varejo como canais de vendas dos itens que produz, resolveu criar uma rede de franquias de pontos de venda exclusivos e vem se dando muito bem com isso. Não só há um número crescente de gente interessada em adquirir uma franquia da marca, como a marca Mahogany ganhou uma visibilidade excelente.

Essa é uma tendência: empresas que sempre utilizaram um ou dois canais de vendas tradicionais exploram canais alternativos ou complementares e, assim, se tornam multicanais. Afinal, o consumidor quer ter a possibilidade de comprar seus produtos favoritos onde e como lhe der na telha. E quem manda é o consumidor.

11 de mar. de 2007

Pensando em investir numa franquia?

Então, investigue muito, antes de investir. Comece com uma auto-avaliação séria e cuidadosa. Você está preparado para ser dono de seu próprio negócio? Tem o perfil adequado para ser um franqueado? Conheça suas forças e fraquezas e procure uma franquia que lhe permita fazer o que v. faz melhor e que supra as suas falhas. Lembre-se de que nem toda franquia serve para todo mundo.

Procure conversar pessoalmente com o maior número possível de franqueados integrantes da rede à qual estiver pensando em se vincular. Eles são "você amanhã". E constituem a melhor fonte de informações sobre a rede que integram e sobre os pontos fortes e fracos da empresa franqueadora.