19 de nov. de 2008

No futebol, não sei. Mas em bunda ninguém ganha da gente

A vencedora do concurso de melhor bunda feminina do mundo, realizado recentemente em Paris, é a gaúcha residente em São Paulo Melanie Nunes Fronckowiak.

E eu, que nem sabia que havia um concurso desses. Talvez por isso eu até hoje tenha me limitado a assistir a palestras do Mohamed Yunnus, do Kotler, do Taleb e outros pensadores do mundo dos negócios. Definitivamente, preciso rever minhas prioridades, no que diz respeito aos eventos a cuja platéia me junto.

Se, de fato, o traseiro dela é o mais bonito do Universo, eu não sei dizer. Mas, como você poderá conferir clicando sobre a imagem abaixo, a moça tem o seu valor.

17 de nov. de 2008

Onde comprar meu livro

Aos leitores que perguntaram: meu livro Somos Todos Vendedores está à venda na Saraiva, na Siciliano, no Submarino e na Cultura.

Clique sobre o nome de cada uma das livrarias mencionadas acima para entrar no respectivo site.

Como a distribuição da editora é super profissional, imagino que esteja à venda também em outras livrarias. Mas nessas eu tenho certeza, porque conferi.

16 de nov. de 2008

Grandes momentos em discursos presidenciais

Este vídeo foi meu amigo Lau quem me enviou:

Estou viciado neste jogo!

O Yuri Saiovici me enviou o link para o site do Akinator, o Gênio da Web, que adivinha quem é a pessoa em quem você está pensando. Entre no site, pense numa pessoa (de preferência, alguém conhecido publicamente) e responda honestamente a uma série de perguntas que o "Gênio da Web" vai fazer (infelizmente, apenas em Inglês, Alemão, Francês e Hebraico) e ele diz o nome dessa pessoa.

Minha mulher, meus filhos e eu estamos ficando viciados nisso. O tal Gênio acerta todas. E olhe que já jogamos pensando no Lacraia, no Rogério Ceni e até no burrinho do Shrek.

Experimente. Basta clicar aqui para ingressar no site. Depois, clique em Play e vá em frente.

14 de nov. de 2008

Ufa, que alívio!

Quem acompanha este blog sabe que lancei, na última terça-feira, meu livro mais recente, "Somos Todos Vendedores".

Ontem, entrou em contato comigo o Vice Presidente de Marketing e Vendas de uma grande empresa dizendo que adorou o que leu e quer comprar 200 exemplares para distribuir a sua equipe de vendas e pedindo uma proposta para eu fazer uma palestra para essa mesma equipe, com base nos casos reais que relato no livro. Ou seja: além de comprar um monte de livros, ele ainda está disposto a pagar para eu falar sobre o que escrevi.

Vocês não podem imaginar o alívio que me deu. Eu já estava começando a achar que a obra seria um fracasso. E, em função disso, já estava me achando um bosta.

É que alguém como eu, que sou órfão de pai e mãe, só pode contar com a mulher e os filhos como fãs incondicionais. Ou relativamente incodicionais. E, no caso, nem minha mulher nem meus filhos tiveram sequer a curiosidade de folhear o exemplar que levei para casa. Só viram a capa e a dedicatória (dediquei o livro a eles) porque eu mostrei. E olhe lá.

Ufa! O tal Vice Presidente resgatou a minha auto-estima.

Agora tenho que montar a palestra.

7 de nov. de 2008

É fundamental confiar no próprio taco !!!

Texto original do meu artigo publicado na Gazeta Mercantil de hoje:

Confie no próprio taco [coluna de Marcelo Cherto na Gazeta Mercantil de 07/11/08]

Quando voltei do Mestrado na Universidade de Nova York e comecei a advogar em São Paulo, eu tinha 24 anos. E, apesar dos ternos sisudos e da barba que ostentava, era um garoto. E tinha cara de garoto. Mas era bom advogado. Um belo dia, por indicação de alguém, recebi um figurão, homem de muita grana, arrogante, com aquela pose que só os herdeiros de belas fortunas têm. Ele me expôs uma transação que pretendia fazer, pedindo-me para analisar a montagem jurídica sugerida pelos advogados de sua empresa. Burramente, não falei em honorários. Apenas lhe pedi uns dias para estudar o assunto e mergulhei com vontade na imensa pilha de documentos que ele me deixou.

Uma semana depois, me reuni com ele para mostrar a solução que havia bolado, 100% dentro da lei e que lhe gerava uma economia sensível de impostos, por volta aí de uns 500 mil dólares. Como a coisa toda era muito técnica, expliquei a estratégia por alto e entreguei ao homem um roteiro datilografado em cinco páginas de papel timbrado, para que ele o entregasse a seus advogados internos, encarregados da execução dos documentos.

Ele perguntou quanto me devia e eu, que ainda não havia aprendido que preço não tem nada a ver com custo, calculei as horas que havia gasto e respondi “dez mil dólares”. O homem fechou a cara e, de forma rude, para me intimidar, perguntou como eu tinha a coragem de cobrar dez mil dólares por cinco folhinhas de papel. Esbravejou que dava dois mil dólares por folha e que isso era um absurdo.

Minha vontade era chutar o cara para fora da sala, mas eu tinha trabalhado como um mouro e precisava daquela grana. Portanto, me fiz de humilde, pedi desculpas e disse a ele que tinha razão, que realmente era um absurdo cobrar tanto por cinco folhinhas de papel e que eu iria reparar o meu erro. O sujeito ficou todo feliz.

Abri a gaveta, de onde tirei cinco folhas de papel timbrado em branco. Coloquei-as num envelope e o entreguei ao cliente, dizendo: - “isto é uma cortesia, não lhe custará nem um centavo”. Ele explodiu: - “mas estas folhas estão em branco! Não há nada escrito nelas!”

E eu, calmamente, respondi: - “Mas afinal, o que é que o senhor veio buscar aqui? Por sua fala anterior, pensei que eram folhas de papel timbrado. Se é isso, aí estão elas. E não lhe custam nada”. E prossegui: - “Porém, se o que o senhor veio comprar aqui não são as folhas, mas sim o que está escrito nelas, aí vai ter que pagar. Afinal, para poder escrever o que escrevi, detalhando uma solução que vai lhe economizar pelo menos 500 mil dólares, foram necessários anos de estudo e uma semana mergulhado numa montanha de papéis. E isso tem um preço. E tem mais: se quiser levar o roteiro, vai pagar, não mais dez mil, mas sim vinte mil dólares, pelo desaforo de me tomar por um vendedor de papel”.

O desfecho foi o que eu antecipava, mas apenas em parte. Eu esperava que ele pagasse e ele pagou. Bufando, mas pagou.

Mas eu também esperava que ele nunca mais me procurasse e saísse falando mal de mim. E ele não apenas voltou a me contratar para outros casos, como ainda me indicou para vários amigos. Sempre dizendo - “esse advogado é bom. Não leva desaforo para casa e não se deixa enrolar”.

E eu aprendi, de uma vez por todas, que quem quiser ser dono do próprio negócio precisa, antes de mais nada, acreditar no próprio taco. E não ter medo de defender as coisas em que acredita.

Marcelo Cherto é presidente do Grupo Cherto, membro da Academia Brasileira de Marketing e integrante do Global Advisory Board da Endeavor.

Você tem grana investida na Bolsa?

Não se abale. Eu também tenho. Pouca grana, é verdade, mas tenho. E, se eu já tinha pouco, neste momento, com toda a desvalorização, o pouco que tenho vale menos ainda.

O fundamental, numa hora dessas, é não entrar em pânico. Como diz meu amigo Lacaz, se você está sendo estuprado, movimentos bruscos tendem a beneficiar o estuprador. É hora de seguir o ensinamento da nossa querida candidata derrotada à Prefeitura de São Paulo, Dona Marta Suplício: "relaxe e goze".

A primeira providência que tomei, quando a Bolsa começou a ter esse comportamento de eletro de cardíaco, foi parar de acompanhar o movimento das minhas parcas ações. Não pretendo vendê-las e, neste momento, não pretendo comprar outras. Portanto, ficar me angustiando com as oscilações bruscas não levava a nada. E ainda tirava o meu foco de onde ele deve estar: identificar e explorar as oportunidades de consultoria que fatalmente surgem em períodos de crise.

E tem mais: meu amigo Carlos Mao, que entende de Bolsa muito mais do que eu e acompanha esse troço como mãe coruja de recém nascido acompanha a evolução de seu rebento, me escreveu dizendo que, por uma série de fatores que não vem ao caso a gente detalhar aqui, as cotações perderam qualquer relação com fatores técnicos.

Ele observa, inclusive, que as ações da Vale chegaram a ser cotadas pelo correspondente ao montante que a empresa tinha em Caixa naquele momento. O que equivale a dizer que todo o restante dos ativos tangíveis e intangíveis da empresa (marca, instalações, contratos, estoques, reservas, know-how e o escambau) estaria "de graça", valendo ZERO. O que, convenhamos, não faz o menor sentido.

Mao lembra que em 2001 a Bolsa caiu 50%. E em 2002 subiu 95%.

Portanto, muita calma nesta hora.

5 de nov. de 2008

Uma boa idéia da Starbucks

Como você sabe, o voto não é obrigatório nos EUA.

Num esforço para convencer mais pessoas a votar e, assim, ter mais uma chance para demonstrar o envolvimento com a comunidade que é o ponto forte do seu Marketing, a Starbucks lançou este viral, no qual promete dar uma xícara de café para qualquer um que, ontem, saísse de casa para votar e passasse em qualquer de suas lojas:

Quem me mandou foi meu sobrinho Guilherme.

Não sei se foi o café grátis, se foi a noção de que era hora de mudar, ou sei lá que mais, mas o comparecimento às urnas americanas, ontem, foi o maior da história. E Obama foi eleito com folga.

Torci muito por ele. Acredito que tem melhores condições que McCain para dirigir aquele país, do qual o nosso ainda depende tanto. Só rezo para ele não desapontar os americanos e o mundo em geral.

Uma certeza eu tenho: pior do que George W. Bush ele não conseguirá ser. Nem que tente muito.

Vamos rezar por ele.

De onde seriam estes paramédicos?

Há quem diga que seriam você-já-sabe-de-onde. Mas, sinceramente, acho que é pura fofoca.

Dica da Marilia Fanucchi Ferraz.

Tarado ataca no ônibus

3 de nov. de 2008

Uma nova Branca de Neve

Clique aqui para assistir ao comercial do Banque Populaire que meu cunhado Renato de Cara me enviou.

Vale comentar que, neste momento, a Branca de Neve teria um bocado mais de dificuldades para conseguir um financiamento na Europa. E por aqui também.