31 de jul de 2009

Ninguém se interessa por você, nem pela sua empresa

No vídeo abaixo, a que vale a pena assistir, Seth Godin põe o dedo na ferida e mostra que o consumidor (de todo e qualquer tipo de produto) mudou. E mudou muito.

Ou talvez nem tenha mudado. Mas agora tem como fazer diferente, delentando sua mensagem sem ler, mudando de canal ou de mídia (desligando a televisão e abrindo o You Tube ou o TED, por exemplo), trocando de fornecedor ou do que for.

A verdade nua e crua é: o consumidor não tem o menor interesse no que você tem a dizer. Ele quer saber o que ele leva no que você tem a dizer.

O consumidor não tem interesse no que sua empresa faz. Ele quer saber o que sua empresa pode fazer POR ELE.

Em suma, o consumidor não se interessa por você. Ele só se interessa por ele mesmo. É a cultura do “eu”, “eu, “eu”.

Quem não sacar isso, vai fracassar na maioria das ações de marketing que implementar. Só não vai fracassar em todas porque, como diz o ditado, “de vez em quanto até um esquilo cego encontra uma noz”. Ou seja: vez por outra, vai acertar sem querer, dizendo ou fazendo algo que é do interesse do consumidor.

Só que não dá para agir assim, acertando só de vez em quando. E por acaso. Quem fizer isso vai ser como frase que começa com "veja bem": não vai chegar a lugar nenhum. Ou, ao menos, a nenhum lugar que valha a pena.

Design e Design Thinking

Estou cada vez mais antenado para as coisas do Design e do Design Thinking (a metodologia que as boas firmas do ramo, como a IDEO, por exemplo, utilizam para analisar e solucionar problemas).

Cada vez presto mais atenção no design de tudo quanto é objeto. E, até agora, tenho constatado - com tristeza - que a maior parte das coisas têm um péssimo design.

Em contrapartida, percebo que há objetos que, de tão presentes na nossa vida, não são sequer notados, mas têm um design fantástico. Por exemplo: as sandálias Havaianas, a garrafa de vidro da Coca-Cola e o Fusca. Para não falar dos onipresentes iPods e de uma das coisas com melhor design que eu conheço: a prosaica caneta esferográfica BIC.

Estou cada vez mais convencido de que os designers deveriam se envolver desde o início na concepção de qualquer produto ou serviço. Desde que sejam bons profissionais, é claro. E que tenham visão não apenas dos aspectos estéticos do que estiver sendo desenvolvido, mas também do lado Marketing e do lado Negócio das coisas. Design não é só aparência física.

30 de jul de 2009

A Franchise Store no Mundo do Marketing

Clique aqui para ler a excelente matéria sobre a Franchise Store publicada hoje na página de abertura do site do Mundo do Marketing.

Entrevista do meu sócio Denis Santini

Clique aqui para assistir à entrevista que meu sócio (na MD Comunicação, nossa agência de publicidade especializada no atendimento de redes de franquias) Denis Santini concedeu à Jovem Pan online.

Só gringo...

Clique aqui para assistir à entrada na igreja (para a cerimônia de casamento) mais doida que você já viu.

Foi minha mulher quem me enviou o link. Espero que ela não tenha querido dizer que é assim que a gente devia ter se casado, mais de 23 anos atrás...

29 de jul de 2009

Dando o exemplo

A rede de lojas do tipo "faça-você-mesmo" HomePro, da Tailândia, criou a genial campanha abaixo, com "posteres" improvisados nos quais está escrito: "Nós economizamos um montão neste poster. Agora é a sua vez."

Ai, que saudade

No dia 18 de agosto, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, será lançado um livro (organizado por minha amiga Margarida Gordinho) com fotos e textos referentes a uma das pessoas mais espetaculares que já conheci na vida: a saudosa Ruth Cardoso.

Tive a honra e o prazer de trabalhar com ela, durante anos, na criação e gestão da Central Artesol, ONG que toca o programa Artesanato Solidário. Aprendi muito com ela. Era uma pessoa diferente, iluminada.

Aliás, na semana passada, em Trancoso, estive várias vezes com seus filhos Bia e Paulo Henrique Cardoso e falamos bastante sobre ela. Bateu uma saudade danada. De volta a SP, dei com o convite para o lançamento do livro. Deve ser algum tipo de sinal.

28 de jul de 2009

O Governo vai exigir que as empresas façam planejamento

Um bom texto, escrito por meu sócio Dagoberto Hajjar:

O Governo vai exigir planejamento da sua empresa [artigo de Dagoberto Hajjar]

Recentemente ocorreu um evento na Fiesp onde várias entidades e representantes de classes, empresários e Governo discutiram sobre a implementação da Nota Fiscal Eletrônica e SPED Contábil e Fiscal. O impacto nas empresas brasileiras será impressionante e a maioria dos empresários ainda não tinha esta visibilidade. Nem todos os segmentos de mercado serão obrigados a aderir, mas a própria cadeia de fornecimento exigirá que seus fornecedores estejam automatizados.

Podemos dizer que o imposto de renda pela Internet foi um dos precursores, dando ao Governo acesso instantâneo aos dados podendo fazer validações e cruzamentos, diminuindo assim “erros” dos contribuintes e aumentando a arrecadação. Outro precursor foi o SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro), pelo qual os bancos foram interligados, permitindo que o Governo fizesse controle instantâneo de todas as transações financeiras.

Agora chegou a vez de controlar as notas fiscais, contabilidade e pagamento de impostos. Tudo será validado e cruzado instantaneamente. Não haverá espaço para “erros” dos contribuintes, “caixa 2” ou qualquer outro artifício. A multa será aplicada instantaneamente.

Já imaginou a vida sem os tais “artifícios” e “criatividades” fiscais, contábeis e tributárias?

Está na hora de repensar a forma de atuação e o modelo de negócios, buscando eficiências em todas as áreas da empresa e nos elos da cadeia de valor. Está na hora de montar um planejamento estratégico para aumentar suas vendas e lucro. E, de quebra, evitar desagradáveis com o Governo.

27 de jul de 2009

(Mais um) bom texto do meu amigo e guru Clemente Nobrega

A síndrome de Caetano Velloso - (cuidado com as boas intenções) [texto de Clemente Nobrega, publicado em seu blog em 26/7/2009]

Este blog tem a mania de ficar olhando as propostas que aparecem no mundo das empresas e perguntar:”esta idéia é boa? Há evidência - apoiada em fatos - que sustente que a idéia gera o efeito que seus propagandistas desejam?”.

Esta é a coisa.

Gestão é sempre sobre um efeito concreto no mundo. Não é sobre uma causa nobre, ou um conceito sofisticado, politicamante correto, ou atraente em algum sentido cósmico. É sobre um efeito concreto no mundo real.

É por isso que, volta e meia,eu pego no pé de uns e outros aqui. Não é vontade de gerar polêmica gratuita ou de parecer “do contra”. É porque gestão é resultado, não boa intenção.

O mundo das empresas é assolado pelo que chamei de “crença na crença“: propostas que adoraríamos que fossem verdades. Não são, mas, como nós temos de acreditar em alguma coisa, seguimos defendendo. Acreditar em alguma coisa (qualquer coisa) é humano. Acreditar apenas naquilo para o que haja evidência, é profundamente não-humano. Gestão é uma coisa anti-natural. Gestão dói. Gera desconforto.Tem que ter preparo físico para praticar.

O caso da Triple Bottom Line (TBL) é uma dessas idéias que todo mundo se sente na obrigação de apoiar. É uma idéia supostamente “do bem”. Outra delas é a chamada ”ação afirmativa” - formulada com o nobre objetivo de possibilitar que minorias “excluídas” de alguma forma, estejam mais representadas nas atividades relevantes da sociedade.

Um caso análogo: as leis de incentivo à cultura. A evidência que existe é que,uma vez que a sociedade se vê compelida a estimular a produção artística (ou seja,pagar por ela por meio de isenções de impostos, por exemplo) não é o Zezinho, artista desconhecido, que vai ganhar com isso. É o Caetano Velloso, que já ganharia com ou sem incentivo à cultura. As cotas para negros em universidades, igualmente, beneficiarão mais os negros que já estiverem melhor de vida. O Tião, que nasceu pobre, tem uma chance muito maior de continuar pobre com cota e tudo.

Eu morro de medo dos generosos. Eles perpetuam as injustiças do mundo porque são bem intencionados. Um dia volto a isso.

A Triple Botton Line parte de um pressuposto falso, que é o de que lucro APENAS não gera benefício para sociedade, só para as empresas.

Fico paralisado de torpor ao notar como todo mundo acata esse pressuposto sem questioná-lo.

Boa parte dessa gente é formada em economia, e deve ter, um dia, estudado Adam Smith, patrono da teoria econômica. O insight de Adam Smith pode ser formulado de várias maneiras. Tomo emprestada a que Milton Friedman usou: “se uma troca entre duas partes é voluntária, essa troca não ocorrerá a menos que AMBAS as partes acreditem que vão se beneficiar com ela”.

O valor que as pessoas atribuem a um bem ou serviço que compram de uma empresa é traduzido pelo preço que elas se dispõem a pagar por eles. Uma empresa não lucrará se o ambiente em que ela atua (as pessoas que compram seus produtos, seus fornecedores,seus colaboradores) não perceberem benefício no que essa empresa oferece a eles.

Agora o teste:

As empresas A, B e C querem praticar a Triple Bottom Line (TBL).

A empresa A investe em novos equipamentos e reduz emissões de gases que aumentariam o feito estufa;

A empresa B fornece, gratuitamente, serviços de creche para os filhos de seus funcionários; e

A empresa C aumenta os salários de seus colaboradores que ganham menos.

Todas essas coisas custam dinheiro. Portanto, todas diminuem o lucro tradicional, a Single Bottom Line (não tem importância, pois agora o que importa é a TBL).

Vamos supor,para facilitar,que para as três empresas o lucro seja reduzido no mesmo montante. Qual das três contribui mais para a sociedade? Qual das três melhorou mais sua Triple Bottom Line? Duvido que alguém consiga me responder.

Quem disse que elefante não voa?

A Samsung apela cada vez mais para os virais.

Férias = elemento fundamental

Acabo de voltar de uma curtíssima (só 5 dias), mas altamente reparadora temporada na praia de Trancoso, Bahia. 5 dias gloriosos, de muito sol, céu praticamente sem nuvens a maior parte do tempo, temperatura amena, mar cor de garapa, muita caipirinha, muita moqueca e papo pro ar. 5 dias que valeram por 20.

Foi lá, caminhando pela beira da praia às 9 e pouco da manhã, em direção ao Terravista, numa praia àquela hora deserta, a não ser por minha mulher, por mim e por 2 cachorros surgidos sabe Deus de onde, que resolveram nos fazer companhia, que me caiu a ficha e passei a dar razão integral a meu sócio Dagoberto Hajjar, que, numa de nossas reuniões de planejamento, insistiu que inseríssemos em nosso calendário anual pelo menos 2 ou 3 períodos curtos de férias para cada sócio.

Na reunião, fui contra, achando que já temos processos para quase tudo e que podemos muito bem deixar essa coisa de férias menos burocratizada. E ele insistiu, dizendo que é a única forma de OBRIGAR cada sócio a sair por uns dias para recarregar as baterias.

Depois desses dias na Bahia, voltei com outra opinião. Estou covencido de que temos que obrigar cada sócio a sair por uns dias a cada 3 ou 4 meses. A gente volta diferente, mais pronto para encarar tudo quanto é pepino ou oportunidade.

Um tanto tardiamente (mas ainda a tempo), estou descobrindo em mim uma forte vocação para uns períodos de ócio criativo.

20 de jul de 2009

Este blog entra em recesso

Voltarei a postar neste blog só depois de 27/07. Até lá. Boas férias. Para mim e para vocês.

A Franchise Store na Globo - programa Pequenas Empresas Grandes Negócios

As franquias estão em alta. Mais do que nunca, o Franchising atrai o interesse de todos.

E não tem jeito, pensou franquia, pensou Franchise Store. Confira clicando sobre a imagem abaixo:

E você pensava que apenas Cristo fosse capaz de caminhar sobre a água...

É porque não conhecia o Ivangivaldo, cuja foto meu amigo Rico acaba de me enviar:

Belo filme

Foi a Marilia Fanucchi Ferraz quem me enviou:

16 de jul de 2009

Filomena Garcia fala de franquias e da Franchise Store

Minha sócia Filomena Garcia entrevistada pela ótima jornalista Fátima Turci para o programa Economia & Negócios, da TV Record News, a respeito de como investir em franquias, do Franchising de um modo geral e da Franchise Store:

Parte 1:

Parte 2:

15 de jul de 2009

"Fazendo chover" no palco - imperdível

Imperdível, esse vídeo que minha mulher acaba de me enviar.

O mesmo coral esloveno cujo vídeo cantando Aquarela do Brasil eu publiquei aqui há uns dias, "faz chover" no palco. Para conferir, aumente o volume do micro e clique na imagem abaixo:

O velho churro passado a limpo, com jeitão gourmet

Não nego meus 50% de sangue catalão: sou louco por paella. E por churros. E fico feliz em constatar que, finalmente, alguém (nos EUA) decidiu passar a limpo os velhos churros. Trata-se da rede Xooro. Confira o site dos caras, clicando aqui.

Das Tânias Bulhões e dos Sarneys

Não tenho nada contra, nem a favor, da Sra. Tânia Bulhões. Não a conheço, não sei que cara tem e só estive em sua loja, que me lembre, uma única vez, anos atrás. Me lembro que achei tudo um tanto caro para o meu pequeno bolso. Mas confesso que foi bom para "apurar o gosto". A tal loja tem, de fato, coisas muito bonitas.

Não sei se ela pisou na bola. E acho que, se pisou, merece a tal blitz.

Só me espantam duas coisas: (1) os Federais já chegarem à loja, para a tal blitz, acompanhados de representantes dos principais órgãos de imprensa; e (2) a gente não assistir a uma "batida" com esse mesmo estardalhaço na tal Fundação Sarney, a despeito de todos os indícios de que há lá uma série de irregularidades.

Dois pesos e duas medidas?

14 de jul de 2009

Lula & Sarney - quem te viu, quem te vê

Este vídeo, voi meu amigo Gândara que me enviou.

Making-of do comercial da Evian

Dias atrás, postei aqui um comercial da Evian com bebês que patinavam e dançavam. Assista ao "making-of" clicando sobre a imagem abaixo:

13 de jul de 2009

Cantor protesta contra United Airlines, que quebrou sua guitarra

Nunca antes na história da Humanidade (estou escrevendo quase como o Lula fala) o consumidor ultrajado teve à sua disposição tantos meios para botar a boca no mundo e desancar a imagem da empresa que o destratou ou causou algum prejuízo.

Graças a um toque do meu amigo Rico, fiquei sabendo da forma até então inédita foi a que o cantor canadense Dave Carroll, da banda Sons of Maxwell, encontrou para protestar contra a United Airlines, cujos carregadores de bagagem simplesmente destruíram a guitarra do moço.

Após meses de reclamações sem receber nenhuma indenização, sentindo-se ignorado e mal-tratado, Dave compôs a canção “United Breaks Guitars”, gravou o clipe a que você pode assistir clicando sobre a imagem abaixo e colocou o vídeo no You Tube.

Resultado: em poucos dias, foram mais de 2,5 Milhões de views e mais de 21.000 comentários, a maioria descendo o pau na United. A música virou um verdadeiro hit musical nos Estados Unidos e Dave se tornou mais conhecido do que poderia sonhar. se a notoriedade vai durar, depende do talento que ele tiver.

Mas, indo direto ao que interessa, a imagem da companhia aérea ficou bastante danificada. Confira:

Moral da história: problemas e falhas, todo mundo tem. O importante é lidar com cada um deles da forma certa, reconhecendo o erro, pedindo desculpas e corrigindo a cagadas. Rapidamente, sem burocracia e sem enrolação.

12 de jul de 2009

Coral esloveno cantando Aquarela do Brasil? Tem tudo pra dar errado!

Mas não é que dá certo? Não sei se na Eslovênia o pessoal tem samba no pé. Mas certamente tem balanço na voz. Confira assistindo ao vídeo abaixo, que o Gândara me enviou:

O coral é o Perpetuum Jazzile. E sexteto de brasileiros é um tal BR-6, de quem eu nunca havia ouvido falar, mas que tem lá o seu valor.

Agência de publicidade a quem o cliente paga quanto quiser

Clique aqui, visite o site (em Inglês, infelizmente), confira como os caras trabalham (e cobram) e me diga o que acha do conceito.

Algo assim poderia funcionar no Brasil? Ou o “espírito de Gerson” faria com que não desse certo? Me diga o que pensa.

8 de jul de 2009

Comercial em stop-motion exigiu mais de 60.000 fotos

O genial comercial abaixo, comemorativo dos 50 anos da câmera Olympus PEN, foi feito assim: os caras tiraram mais de 60.000 fotos, revelaram (isso mesmo, é uma câmera à antiga) quase 10.000, tiraram mais umas 1.800 para substituir as que não haviam ficado como deviam e foi montado em stop-motion, sem pós-produção. Confira o resultado, clicando sobre a imagem abaixo:

7 de jul de 2009

A verdade nua e crua sobre segurança durante o vôo

A Air New Zealand decidiu inovar, em matéria daqueles vídeos (geralmente chatíssimos) com instruções sobre segurança durante o vôo que são mostrados aos passageiros enquanto o avião se prepara para decolar: botou para estrelá-los comissários, comissárias e pilotos com o corpo coberto apenas com pinturas (ou seja: sem roupas). O resultado é que os passageiros prestam mais atenção. Ao menos por enquanto. Confira:

6 de jul de 2009

Bebê dançando break

Não parece, mas é um comercial. Na verdade, um viral. Veja o post sobre o comercial da Evian (abaixo) e você vai entender tudo.

5 de jul de 2009

Vale para casamentos, sociedades, joint-ventures, fusões...

Ontem à noite fui ao casamento de uma prima bastante jovem de minha mulher. Uma cerimônia interessante, em que os dois SE DECLARARAM marido e mulher (já haviam casado no civil), sem a necessidade da "intermediação" de um padre, pastor ou outro religioso.

Como parte da celebração, as madrinhas de ambos falaram a respeito de como os dois se conheceram, como foi o namoro deles e assim por diante. E uma das madrinhas disse algo que me chamou a atenção: que os dois não foram feitos um para o outro, mas sim se fizeram um para o outro.

Em outras palavras, foi o que ouvi na semana passada, na festa de 50 anos de minha amiga Deb, quando seu marido Samuca, com quem está casada há 23 anos, contou que com eles não aconteceu o tal amor à primeira vista, mas sim um amor que foi sendo construído dia-a-dia e acabou se transformando em amor a perder de vista.

Ou seja, nas duas situações, uma moça de menos de 25 anos e um homem de mais de 50 constataram a mesma coisa: que uma relação produtiva e mutuamente satisfatória precisa ser construída todos os dias, com esforço dos dois lados envolvidos.

Relações perfeitas não acontecem, simplesmente. Devem ser construídas e consolidades com pequenos e grandes gestos, com concessões mútuas, com esforço, com descobertas, com símbolos, com muita dedicação e uma crença profunda de que tudo vai dar certo. Um dia de cada vez. Um dia após o outro.

O fundamental é que os Valores de ambos os lados sejam convergentes. Nem precisam ser exatamente os mesmos, mas precisam convergir. E que os dois lados se complementem, de tal forma que o resultado da soma (ou multiplicação) deles não seja zero. Mas sim que o resultado de 1 + 1 seja 4, 10 ou 1.000.

Isso vale não apenas para casamentos, mas também para sociedades, joint-ventures, fusões e toda e qualquer relação que se pretenda que seja robusta e duradoura e que produza frutos, não apenas no curto, mas também no médio e longo prazos.

A ausência dessa compreensão e da disposição para trabalhar duro para assegurar que tudo dê certo, aliada à absurda necessidade de obter gratificação instantânea, sem a necessária contrapartida, que permeia nossa sociedade, é que levam tantos casamentos - e também tantas sociedades, joint-ventures e fusões - ao fracasso.

4 de jul de 2009

Para resolver o problema dos shoppings com fiscalização de estacionamentos

Li hoje que os shoppings agora são obrigados a fiscalizar seus estacionamentos para garantir que pessoas sem nenhuma dificuldade de locomoção (mas certamente com seríssimos problemas de falta de educação) continuem utilizando indevidamente as vagas reservadas a portadores de deficiências físicas.

Sugiro que usem placas como esta:

3 de jul de 2009

Comercial genial da Evian

Meu cunhado Renato De Cara foi quem me enviou o vídeo abaixo:

Será que eu ouvi direito?

Este vídeo foi postado no Kibeloko:

Que emissora é essa? Que permite uma barbaridade dessas?

Não sou corinthiano, mas, se não for "colagem", acho um absurdo.

1 de jul de 2009

MuvBox - um restaurante pop-up, feito a partir de um container marítimo

Clique sobre as imagens abaixo e veja como é esse genial restaurante pop-up (sendo certo que o container também pode ser customizado para outros tipos de negócio):

Tarde demais para isso?

Aos 55 anos de idade (e 31 anos depois de concluir o Mestrado em Direito na Universidade de Nova York), estou pensando seriamente em cursar um outro Mestrado. Desta vez, em Design.

Será uma boa? Ou será que, como diria minha amiga americana Vicki Jones, "I am too old for this shit"?

Será que a razão está com Seth Godin, que, num de seus textos recentes, compara o aprendizado de coisas novas com Jello (a marca que virou sinônimo de gelatina nos EUA e cujo slogan virou um daqueles bordões que todo mundo cita a toda hora: "there is always room for Jello")?

Seth diz que, da mesma forma que, por mais que você tenha comido numa refeição, sempre cabe um pouco de gelatina no seu estômago, sempre há espaço no seu cérebro para algum conhecimento novo.

Esculturas feitas com livros

Clique aqui para conhecer algumas fantásticas esculturas feitas com livros: