30 de nov de 2008

Como transformar a crise em oportunidade

Com a intenção de ajudar as empresas brasileiras a encontrar meios de transformar a crise em oportunidade, a ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, através de seu Núcleo de Estudos do Varejo, o GRUPO CHERTO e a ADVANCE se uniram para realizar uma pesquisa inédita.

Foram ouvidos centenas de executivos e empresários brasileiros, representando empresas de vários portes e campos de atuação, para saber como os mesmos percebem os impactos reais da crise em seus negócios e que ações vêm adotando (ou pensam em adotar), não apenas para se defender, mas principalmente para tirar proveito das inúmeras oportunidades que toda crise oferece a quem é rápido e faz o que precisa ser feito.

Se quiser conhecer os resultados em primeira mão, basta se inscrever para o evento gratuito que será realizado no Auditório Prof. Aylza Munhoz, no campus da ESPM à Rua Joaquim Távora 1240, em São Paulo, no dia 09 de dezembro, das 8:30h às 11:30h.

Inscrições pelo e-mail candidato@espm.br ou pelo fone (11) 5081-8225. As vagas são limitadas.

Reiterando o convite

Reitero o convite aos leitores deste blog para o coquetel de lançamento do meu novo livro “Somos Todos Vendedores”, que acontece na Livraria Siciliano do Shopping Pátio Higienópolis no dia 2 de dezembro (esta terça-feira), a partir das 19:30h.

Se puderem ir, ficarei muito honrado e feliz. E levem quem mais vocês quiserem. Quanto mais gente, melhor.

O livro reúne 40 histórias reais de vendas e cada leitor poderá se reconhecer em diversas passagens. A idéia é ajudar o leitor a conhecer melhor o mundo das vendas através de conceitos simples e de cases instigantes de empresas de segmentos e perfis diferentes. De cada capítulo é possível extrair pelo menos uma lição prática, para ser usada de imediato.

Afinal, na minha visão, qualquer um que precise convencer alguém a fazer alguma coisa é um vendedor.

O Prefácio foi escrito por Luiz Galebe, fundador e presidente do Shop Tour, que muitos consideram o melhor vendedor do Brasil. E o livro é recomendado pela Academia Brasileira de Marketing.

Santa Catarina precisa da nossa solidariedade

As chuvas continuam a castigar Santa Catarina.

Sônia Hess, Presidente da Dudalina, empresa catarinense que já foi cliente do Grupo Cherto, já teve a coragem e a generosidade de paralizar as atividades de uma de suas fábricas para transferir o gerador que a mantinha operante para um dos hospitais da região que estava sem condições de continuar funcionando por falta de energia.

Agora, Sônia está buscando doações para ajudar aquele povo valente. Segundo ela, os itens mais necessários, neste momento, são:

- produtos de higiene pessoal (sabonete, creme dental, escova de dentes, xampu, etc);

- produtos de limpeza;

- fraldas e absorventes descartáveis;

- leite em pó; e

- cestas básicas

Ela pede que não sejam mais doados roupas, colchões e cobertores pois, conforme a Defesa Civil, tais itens já foram recebidos em grande quantidade.

Se você quiser doar algum desses artigos ainda em falta, pode enviar sua doação para o escritório da Dudalina em São Paulo. A equipe da empresa ajudará a fazer a distribuição dos donativos, priorizando o auxílio às famílias que vivem em três das cidades onde a Dudalina tem unidades fabris e que foram duramente atingidas: Blumenau, Brusque e Luis Alves.

O endereço do escritório da Dudalina em São Paulo, Capital, é: Rua Tomás Carvalhal, 595, no Bairro do Paraíso, fones (11) 7205-4694, (11) 3887-7379 e (11) 3884-0087.

26 de nov de 2008

25 de nov de 2008

Páginas amarelas da Veja

Se você ainda não leu, vale a pena ler a brilhante entrevista da antropóloga Eunice Durham nas páginas amarelas da revista Veja desta semana.

Considerada uma das maiores especialistas em Educação Superior deste país, Eunice é minha colega no Conselho-Diretor da ONG Central Artesol, que fundamos com Ruth Cardoso para levar adiante o programa Artesanato Solidário. É uma mulher inteligente, informada, franca, direta, corajosa, sem papas na língua.

Só para você ter uma idéia, na entrevista ela diz textualmente que "os cursos de Pedagogia são incapazes de formar bons professores" e que a ação fundamental dos sindicatos de professores "é garantir direitos corporativos, e não o bom ensino".

23 de nov de 2008

Coquetel de lançamento - você está convidado

As Editoras Saraiva e Versar e este pobre escriba convidam todos os leitores deste blog para o coquetel de lançamento do meu livro “Somos Todos Vendedores”, que acontecerá na Livraria Siciliano do Shopping Pátio Higienópolis no dia 2 de dezembro a partir das 19:30h.

Se você, leitor deste blog, puder ir, ficarei muito honrado e feliz.

Para quem não conhece, o Shopping Pátio Higienópolis fica à Av. Higienópolis,618. E a Siciliano fica logo na entrada que dá para essa avenida.

21 de nov de 2008

Continuo viciado no jogo do Gênio

Se você ainda não jogou, clique aqui para entrar no site e experimente.

É o seguinte: você pensa numa pessoa (e, se quiser, pode contar quem é para quem estiver à sua volta). Daí para a frente, é só responder as perguntas que o Gênio vai fazer sobre a tal pessoa (infelizmente, ele não fala Português). E o desgraçado consegue adivinhar em quem você pensou.

Na minha experiência, ele acertou em mais de 90% dos casos.

Aula de aeróbica - comercial divertido

O buraco negro

Veja o video que meu amigo Lacaz me enviou:

19 de nov de 2008

No futebol, não sei. Mas em bunda ninguém ganha da gente

A vencedora do concurso de melhor bunda feminina do mundo, realizado recentemente em Paris, é a gaúcha residente em São Paulo Melanie Nunes Fronckowiak.

E eu, que nem sabia que havia um concurso desses. Talvez por isso eu até hoje tenha me limitado a assistir a palestras do Mohamed Yunnus, do Kotler, do Taleb e outros pensadores do mundo dos negócios. Definitivamente, preciso rever minhas prioridades, no que diz respeito aos eventos a cuja platéia me junto.

Se, de fato, o traseiro dela é o mais bonito do Universo, eu não sei dizer. Mas, como você poderá conferir clicando sobre a imagem abaixo, a moça tem o seu valor.

17 de nov de 2008

Onde comprar meu livro

Aos leitores que perguntaram: meu livro Somos Todos Vendedores está à venda na Saraiva, na Siciliano, no Submarino e na Cultura.

Clique sobre o nome de cada uma das livrarias mencionadas acima para entrar no respectivo site.

Como a distribuição da editora é super profissional, imagino que esteja à venda também em outras livrarias. Mas nessas eu tenho certeza, porque conferi.

16 de nov de 2008

Grandes momentos em discursos presidenciais

Este vídeo foi meu amigo Lau quem me enviou:

Estou viciado neste jogo!

O Yuri Saiovici me enviou o link para o site do Akinator, o Gênio da Web, que adivinha quem é a pessoa em quem você está pensando. Entre no site, pense numa pessoa (de preferência, alguém conhecido publicamente) e responda honestamente a uma série de perguntas que o "Gênio da Web" vai fazer (infelizmente, apenas em Inglês, Alemão, Francês e Hebraico) e ele diz o nome dessa pessoa.

Minha mulher, meus filhos e eu estamos ficando viciados nisso. O tal Gênio acerta todas. E olhe que já jogamos pensando no Lacraia, no Rogério Ceni e até no burrinho do Shrek.

Experimente. Basta clicar aqui para ingressar no site. Depois, clique em Play e vá em frente.

14 de nov de 2008

Ufa, que alívio!

Quem acompanha este blog sabe que lancei, na última terça-feira, meu livro mais recente, "Somos Todos Vendedores".

Ontem, entrou em contato comigo o Vice Presidente de Marketing e Vendas de uma grande empresa dizendo que adorou o que leu e quer comprar 200 exemplares para distribuir a sua equipe de vendas e pedindo uma proposta para eu fazer uma palestra para essa mesma equipe, com base nos casos reais que relato no livro. Ou seja: além de comprar um monte de livros, ele ainda está disposto a pagar para eu falar sobre o que escrevi.

Vocês não podem imaginar o alívio que me deu. Eu já estava começando a achar que a obra seria um fracasso. E, em função disso, já estava me achando um bosta.

É que alguém como eu, que sou órfão de pai e mãe, só pode contar com a mulher e os filhos como fãs incondicionais. Ou relativamente incodicionais. E, no caso, nem minha mulher nem meus filhos tiveram sequer a curiosidade de folhear o exemplar que levei para casa. Só viram a capa e a dedicatória (dediquei o livro a eles) porque eu mostrei. E olhe lá.

Ufa! O tal Vice Presidente resgatou a minha auto-estima.

Agora tenho que montar a palestra.

7 de nov de 2008

É fundamental confiar no próprio taco !!!

Texto original do meu artigo publicado na Gazeta Mercantil de hoje:

Confie no próprio taco [coluna de Marcelo Cherto na Gazeta Mercantil de 07/11/08]

Quando voltei do Mestrado na Universidade de Nova York e comecei a advogar em São Paulo, eu tinha 24 anos. E, apesar dos ternos sisudos e da barba que ostentava, era um garoto. E tinha cara de garoto. Mas era bom advogado. Um belo dia, por indicação de alguém, recebi um figurão, homem de muita grana, arrogante, com aquela pose que só os herdeiros de belas fortunas têm. Ele me expôs uma transação que pretendia fazer, pedindo-me para analisar a montagem jurídica sugerida pelos advogados de sua empresa. Burramente, não falei em honorários. Apenas lhe pedi uns dias para estudar o assunto e mergulhei com vontade na imensa pilha de documentos que ele me deixou.

Uma semana depois, me reuni com ele para mostrar a solução que havia bolado, 100% dentro da lei e que lhe gerava uma economia sensível de impostos, por volta aí de uns 500 mil dólares. Como a coisa toda era muito técnica, expliquei a estratégia por alto e entreguei ao homem um roteiro datilografado em cinco páginas de papel timbrado, para que ele o entregasse a seus advogados internos, encarregados da execução dos documentos.

Ele perguntou quanto me devia e eu, que ainda não havia aprendido que preço não tem nada a ver com custo, calculei as horas que havia gasto e respondi “dez mil dólares”. O homem fechou a cara e, de forma rude, para me intimidar, perguntou como eu tinha a coragem de cobrar dez mil dólares por cinco folhinhas de papel. Esbravejou que dava dois mil dólares por folha e que isso era um absurdo.

Minha vontade era chutar o cara para fora da sala, mas eu tinha trabalhado como um mouro e precisava daquela grana. Portanto, me fiz de humilde, pedi desculpas e disse a ele que tinha razão, que realmente era um absurdo cobrar tanto por cinco folhinhas de papel e que eu iria reparar o meu erro. O sujeito ficou todo feliz.

Abri a gaveta, de onde tirei cinco folhas de papel timbrado em branco. Coloquei-as num envelope e o entreguei ao cliente, dizendo: - “isto é uma cortesia, não lhe custará nem um centavo”. Ele explodiu: - “mas estas folhas estão em branco! Não há nada escrito nelas!”

E eu, calmamente, respondi: - “Mas afinal, o que é que o senhor veio buscar aqui? Por sua fala anterior, pensei que eram folhas de papel timbrado. Se é isso, aí estão elas. E não lhe custam nada”. E prossegui: - “Porém, se o que o senhor veio comprar aqui não são as folhas, mas sim o que está escrito nelas, aí vai ter que pagar. Afinal, para poder escrever o que escrevi, detalhando uma solução que vai lhe economizar pelo menos 500 mil dólares, foram necessários anos de estudo e uma semana mergulhado numa montanha de papéis. E isso tem um preço. E tem mais: se quiser levar o roteiro, vai pagar, não mais dez mil, mas sim vinte mil dólares, pelo desaforo de me tomar por um vendedor de papel”.

O desfecho foi o que eu antecipava, mas apenas em parte. Eu esperava que ele pagasse e ele pagou. Bufando, mas pagou.

Mas eu também esperava que ele nunca mais me procurasse e saísse falando mal de mim. E ele não apenas voltou a me contratar para outros casos, como ainda me indicou para vários amigos. Sempre dizendo - “esse advogado é bom. Não leva desaforo para casa e não se deixa enrolar”.

E eu aprendi, de uma vez por todas, que quem quiser ser dono do próprio negócio precisa, antes de mais nada, acreditar no próprio taco. E não ter medo de defender as coisas em que acredita.

Marcelo Cherto é presidente do Grupo Cherto, membro da Academia Brasileira de Marketing e integrante do Global Advisory Board da Endeavor.

Você tem grana investida na Bolsa?

Não se abale. Eu também tenho. Pouca grana, é verdade, mas tenho. E, se eu já tinha pouco, neste momento, com toda a desvalorização, o pouco que tenho vale menos ainda.

O fundamental, numa hora dessas, é não entrar em pânico. Como diz meu amigo Lacaz, se você está sendo estuprado, movimentos bruscos tendem a beneficiar o estuprador. É hora de seguir o ensinamento da nossa querida candidata derrotada à Prefeitura de São Paulo, Dona Marta Suplício: "relaxe e goze".

A primeira providência que tomei, quando a Bolsa começou a ter esse comportamento de eletro de cardíaco, foi parar de acompanhar o movimento das minhas parcas ações. Não pretendo vendê-las e, neste momento, não pretendo comprar outras. Portanto, ficar me angustiando com as oscilações bruscas não levava a nada. E ainda tirava o meu foco de onde ele deve estar: identificar e explorar as oportunidades de consultoria que fatalmente surgem em períodos de crise.

E tem mais: meu amigo Carlos Mao, que entende de Bolsa muito mais do que eu e acompanha esse troço como mãe coruja de recém nascido acompanha a evolução de seu rebento, me escreveu dizendo que, por uma série de fatores que não vem ao caso a gente detalhar aqui, as cotações perderam qualquer relação com fatores técnicos.

Ele observa, inclusive, que as ações da Vale chegaram a ser cotadas pelo correspondente ao montante que a empresa tinha em Caixa naquele momento. O que equivale a dizer que todo o restante dos ativos tangíveis e intangíveis da empresa (marca, instalações, contratos, estoques, reservas, know-how e o escambau) estaria "de graça", valendo ZERO. O que, convenhamos, não faz o menor sentido.

Mao lembra que em 2001 a Bolsa caiu 50%. E em 2002 subiu 95%.

Portanto, muita calma nesta hora.

5 de nov de 2008

Uma boa idéia da Starbucks

Como você sabe, o voto não é obrigatório nos EUA.

Num esforço para convencer mais pessoas a votar e, assim, ter mais uma chance para demonstrar o envolvimento com a comunidade que é o ponto forte do seu Marketing, a Starbucks lançou este viral, no qual promete dar uma xícara de café para qualquer um que, ontem, saísse de casa para votar e passasse em qualquer de suas lojas:

Quem me mandou foi meu sobrinho Guilherme.

Não sei se foi o café grátis, se foi a noção de que era hora de mudar, ou sei lá que mais, mas o comparecimento às urnas americanas, ontem, foi o maior da história. E Obama foi eleito com folga.

Torci muito por ele. Acredito que tem melhores condições que McCain para dirigir aquele país, do qual o nosso ainda depende tanto. Só rezo para ele não desapontar os americanos e o mundo em geral.

Uma certeza eu tenho: pior do que George W. Bush ele não conseguirá ser. Nem que tente muito.

Vamos rezar por ele.

De onde seriam estes paramédicos?

Há quem diga que seriam você-já-sabe-de-onde. Mas, sinceramente, acho que é pura fofoca.

Dica da Marilia Fanucchi Ferraz.

Tarado ataca no ônibus

3 de nov de 2008

Uma nova Branca de Neve

Clique aqui para assistir ao comercial do Banque Populaire que meu cunhado Renato de Cara me enviou.

Vale comentar que, neste momento, a Branca de Neve teria um bocado mais de dificuldades para conseguir um financiamento na Europa. E por aqui também.