30 de abr de 2008

Si non è vero, è ben' trovato...

Belíssimo filme (motivacional, sem ser babaca)

Quem me passou foi meu amigo Gândara. Vale a pena assistir:

Trata-se de um de vários comerciais da série "Cámbia" (Mude), da Falabella, rede de lojas de departamento chilenas, cujo CEO é Jose Luiz del Rio, chairman da Endeavor Chile.

Shop Tour na Sky

Meu amigo, companheiro de Academia Brasileira de Marketing e guru em assuntos relacionados a vendas Luiz Galebe, o melhor vendedor que eu conheço, acaba de me ligar para confirmar que o Shop Tour entra no ar amanhã, dia Primeiro de Maio, no canal 16 da rede Sky, em todo o Brasil.

29 de abr de 2008

O carro japonês que os alemães gostariam de ter feito?

Achei divertidíssimo este comercial do Subaru Impreza:

Logomarcas bem sacadas

Não sei você, mas eu me encanto com Logomarcas que conseguem transmitir o conceito do negócio que representam simplesmente com alguma alteração sutil em uma ou mais das letras que as compõem.

Dois bons exemplos são as marcas das revistas Families (Famílias) e Marriage (Casamento):

Mais um comercial bacana da Ford Canada

24 de abr de 2008

É óbvio que não funciona...

Tem empresa que, tentando extrair mais resultados de seus Canais de Marketing (sejam estes Revendas, Distribuidores, Franquias, Representantes Comerciais, Filiais, Corretores, Agentes, Assistências Técnicas ou o que forem), os trata como aquele sujeito que, para emagrecer, todo mês come feito um porco durante as três primeiras semanas e faz jejum absoluto na quarta.

Ou seja: cobrem os Canais de "benefícios" (que nem sempre são percebidos como tal pelos Canais, diga-se de passagem) durante um tempo. E depois "zeram" o suporte aos mesmos.

É claro que não dá certo. E ainda pode causar problemas sérios.

23 de abr de 2008

Anote aí: Semana Global do Empreendedorismo

Tendo como objetivo inspirar mais e mais pessoas a soltarem a franga e liberarem o empreendedor que cada uma carrega dentro de si, acontecerá, de 17 a 23 de novembro deste ano, a Semana Global do Empreendedorismo.

Como não podia deixar de ser, a iniciativa conta com o apoio da Endeavor em todos os países onde esta se faz presente. Afinal, a razão de existir dessa entidade sem fins lucrativos (cujo Global Advisory Board tenho a honra - e o prazer - de integrar) é precisamente estimular e apoiar o Empreendedorismo e o "pensar grande".

A expectativa é que milhões (eu disse MILHÕES) de jovens (de todas as idades) se envolvam em milhares de atividades em mais de 50 países. Inclusive no Brasil.

Para mais informações, visite os sites www.unleashingideas.org (em Inglês) e www.tiresuasideiasdopapel.org.br (em Português).

Participe. Se envolva você também. Por experiência própria, posso garantir que estar próximo a jovens empreendedores é uma maneira excelente de se livrar de velhos conceitos empoeirados e rever as próprias certezas. O que é essencial para manter o espírito jovem.

22 de abr de 2008

Ainda a Mídia e o "Caso Isabella"

Meu amigo Gândara, conhecido por seu envolvimento ativo com Educação e causas sociais, me enviou a mensagem que, com a autorização dele, reproduzo a seguir:

Meu Caro Marcelo,

Eu também não aguento mais e simplesmente já não assisto aos noticiários a respeito do assunto.

É lamentável sob todos os aspectos a perda de uma vida humana nestas circunstâncias, em especial de uma criança como Isabella (sou avô de uma menina de 6 e um garoto de 3 anos).

Entretanto, vou acrescentar um gole além dos seus comentários: qual teria sido a reação da mídia e do público desses outros países, caso este crime (hediondo, diga-se de passagem) tivesse ocorrido na Finlândia, Dinamarca, Suécia, nos EUA (lugar de frequentes assassinatos em massa nas escolas), no Canadá, na Inglaterra?

A notícia não duraria 3 dias, como de fato não tem durado (vide Columbine). As autoridades (de fato) tomariam conta do caso "sem nenhum estardalhaço".

Aqui, até agora, além dos policiais e Promotor envolvidos, só chamaram psiquiatras e psicólogos para opinarem a respeito das atitudes dos acusados e da reação das "massas".

Esta semana foi libertado em Campinas o pai que atirou seu filho bebê contra uma Van num ataque de fúria. Cumpriu menos de 1/6 da pena...saiu uma pequena reportagem no Estadão. E as emissoras de TV ? Nada ! Alguém foi até a casa do tal pai para protestar?

Isabella deve ter sido "a gota d'água" ! Quantas crianças morrem aqui no Brasil diariamente nas mesmas circunstâncias mas não da mesma forma? Quantas crianças faveladas e indígenas famélicas e desnutridas estão morrendo? Alguém faz alguma coisa? É noticiado?

Dia desses, no SPTV e depois repetido à exaustão no JN e no Jornal da Globo com direito a repeteco em todos os jornais do dia seguinte, uma empregada doméstica disse ao reporter que faltou ao trabalho para se postar diante da casa dos avós da menina e "aos prantos" declarou à Globo que estava ali para protestar porque "era mãe".

Nessa linha, deveria ser decretado FERIADO NACIONAL ou, no mínimo, "ponto facultativo" para que todas as mães brasileiras pudessem protestar também.

Neste fim de semana prolongado só faltou bandeira do MST nos altos do Tucuruvi... Alguém da área da Educação foi chamado a opinar ? Não, porque isto não dá IBOPE. Não fatura, não rende nada.

No meu entendimento estamos sim diante de um problema eminentemente CULTURAL ! Falta EDUCAÇÃO...muita EDUCAÇÃO em todos os sentidos da palavra a este sofrido e totalmente desamparado povo brasileiro.

E por favor, não me venham justificar o Padre Marcelo levar a infortunada (e "alegre") mãe da menina para o palco junto com Xuxa, Sangalo e os Xororó da vida em nome da Paz...é a "visibilidade" proporcionada pela mídia (de novo) a TODOS OS ENVOLVIDOS.

ISABELA SE TRANSFORMOU NUM PRODUTO DE CONSUMO

E, em circunstâncias como essas, descortina-se uma excelente oportunidade de extravasar as decepções e frustrações do cotidiano. Nesta hora o marketing da mídia entra em ação...e FATURA !

Essa idéia já era defendida há mais de 2.000 anos pelos romanos : "PANE ET CIRCUS" !

Um forte abraço.

JOSÉ LUIZ GÂNDARA MARTINS

21 de abr de 2008

Para quem não tem mais onde gastar dinheiro...

Uma "casinha" de cachorro com esta da foto, que segue as linhas arquitetônicas da casa dos donos, pode custar - dependendo do tamanho e dos materiais utilizados - entre US$ 6.000 e U$ 25.000:

Para emergente nenhum botar defeito, é , ou não é?

Pessoalmente, ainda sou mais uma daquelas que vendem embaixo de um dos viadutos da Marginal, feitas com restos de caixotes.

20 de abr de 2008

Reflexões num domingo chuvoso (e de trabalho)

Pode ser apenas fruto do mau humor de quem se vê obrigado a trabalhar pelo quarto ou quinto domingo sucessivo, mas fiquei pensando que, além de transformar o trânsito das grandes cidades num verdadeiro infero, essa facilidade excessiva para se comprar um carro tende gerar outro efeito negativo: um crescimento na indústria do "roubauto".

A verdade é que tá assim de carinha comprando carros acima do que suas condições financeiras realmente permitem. Enquanto esses veículos forem novos, tudo bem. De um jeito, ou de outro, cortando daqui e dali, o cidadão vai pagando as prestações. E, hoje em dia, carro novo tende a quebrar pouco. E, quando quebra, geralmente a garantia cobre. Mas...

Como vai ser quando terminar o período de garantia? (que é justamente quando a maioria dos veículos começa a dar algum tipo de probleminha)

Onde esses caras vão arrumar grana para fazer a manutenção adequada? E para substituir as peças que estiverem com problemas? É quase certo que alguns tenderão a buscar lugares onde, "inexplicavelmente", essas peças são muito mais baratas do que o mercado costuma cobrar por elas.

E de onde será que vêm essas peças "tão mais em conta"?

Eu não sei exatamente a resposta, mas tenho lá minhas suspeitas...

18 de abr de 2008

A vida te deu um limão? Faça uma limonada.

Um dos escritórios da Manpower (rede americana de agências de mão de obra definitiva e temporária) na Itália teve a vitrine trincada por uma pedra atirada por algum vândalo.

O que, para a maioria das pessoas não passaria de uma grande aporrinhação, transformou-se numa oportunidade de divulgar o que a empresa faz, graças à sacada de um publicitário, que mandou fazer um adesivo com a frase "Precisa-se de um vidraceiro" e o colou ao lado da trinca:

Só o que gerou de espaço na mídia paga muitas vitrines...

Como já disse alguém, você nem sempre tem controle sobre o que lhe acontece. Mas pode controlar a forma como reage ao que lhe acontece.

17 de abr de 2008

Automóveis feitos de... gente

Clique na imagem abaixo e assista ao maravilhoso comercial da Ford Canada, que mostra vários modelos de carros "feitos" com corpos de bailarinos e uma poucas peças como parachoques, grades dianteiras, parabrisas e rodas com pneus:

Além de bem sacado, o filme foi muito bem feito.

Clique nesta outra imagem e assista ao making of desse comercial:

A Mídia e o caso Isabella

Não sei se você também, mas eu já não aguento mais a cobertura do chamado Caso Isabella. Não que eu seja um insensível. Ao contrário, eu não tenho é estômago para o estardalhaço que praticamente todos os orgãos da grande Mídia - uns com mais elegância, outros enfiando o pé na jaca - vêm fazendo.

Desde os primeiros momentos, tenho lá o meu palpite para o que aconteceu. Mas nem por isso vou publicá-lo aqui (ou em nenhum outro lugar). Aliás, venho torcendo para estar totalmente enganado, embora tudo pareça indicar que não estou.

Uma das poucas manifestações decentes que li a respeito do assunto foi um comentário de Fernando de Barros e Silva, publicado na Folha de S. Paulo de alguns dias atrás. Esse senhor - que eu não conheço, mas passei a admirar - observa que o episódio é um daqueles em que o interesse público é quase nulo, mas o interesse DO público é imenso. A meus ver, mais ou menos como se passa com os BBBs da vida e outras manifestações culturais (eu disse culturais?) a que aos poucos somos forçados a nos acostumar.

Em casos assim, como diz Barros e Silva, fica muito difícil traçar a linha que separa a necessidade (e a vontade) de informar da pura intenção de entreter o público a qualquer preço, gerando, estimulando e, às vezes, satisfazendo a curiosidade mórbida e outras taras.

Aos seres humanos pensantes, resta lamentar o ocorrido, esperar que os responsáveis sejam identificados (da forma justa e de acordo com a Lei), julgados (idem) e punidos (idem). E também parar de dar atenção aos veículos que exploram situações desse naipe.

Além, é claro, de orar pela alma da pequena menina e de tantas outras crianças vítimas da estupidez e da falta de Valores que infelizmente permeiam a sociedade em que vivemos.

Ação genial em lavanderias tipo laundromat

Para quem é bom de Marketing, todo lugar é lugar, toda hora é hora.

Veja só que genial esta ação para divulgar o antiácido Pepto-Bismol feita em lavanderias do tipo laundromat (onde o próprio cliente usa as máquinas para lavar e secar suas roupas).

A imagem fala por si mesma. E a frase diz, numa tradução livre: "não importa o que você jogue para dentro do seu estômago, o comprimido cor-de-rosa protege você".

13 de abr de 2008

A pergunta que não quer calar...

Tem alguma chance de ser bem sucedida uma empresa que disputa espaço no mercado do Século 21 usando técnicas de Seleção e Gestão de Canais de Marketing do Século 19?

Só para refrescar a memória: Canais de Marketing são as estruturas de negócios interdependentes que uma empresa pode utilizar para levar seus produtos e/ou serviços até o consumidor final, interagindo com ele para vender, explicar, entregar, informar, atender, ouvir, motivar e prestar serviços.

Os principais Canais de Marketing que uma organização pode utilizar incluem: Revendas, Distribuidores, Franquias, Equipe de Vendas Própria, Filiais, Agentes, Representantes Comerciais, Dealers, e-Commerce, Assistências Técnicas e outros.

Criatividade para estimular consumo consciente

Observe o poster acima. Belo cartaz russo, escrito em caracteres cirílicos, não?

Mas não é nada disso. Cópias dele vêm sendo instaladas em banheiros masculinos dos bares e pubs de Cape Town, na parede oposta àquela onde se encontram as pias. Veja abaixo como fica a imagem refletida no espelho.

Com a imagem invertida, o que à primeira vista parecia ser uma frase em Russo (escrita, evidentemente, em caracteres cirílicos) se transforma na frase, em Inglês, "Real men don't drink and drive". Ou, numa tradução pra lá de livre, "Homem que é homem não dirige depois de beber".

Trata-se de uma campanha da vodka russa Russian Bear (Urso Russo), que objetiva estimular o consumo responsável de bebidas alcoólicas.

11 de abr de 2008

Mais duas bandas formadas só por i-Phones

Mais duas bandas formadas exclusivamente por i-Phones (equipados com softwares diversos). Vale pela curiosidade:

Vale também para constatar como a Apple leva a sério (e faz bem feito, usando diversas mídias simultaneamente) o trabalho de construção de imagem de seus produtos. Sim, porque eu desconfio que é a própria empresa (ou alguém ligado a ela) que alimenta o You Tube com esses vídeos.

Se for coisa espontânea, feita por gente que não tem o menor vínculo com a Apple, então é sinal de que o trabalho de Branding que a empresa faz é ainda melhor do que eu achava.

7 de abr de 2008

A criatividade humana não pára de me surpreender

Algum dia passaria pela sua cabeça construir, com suas próprias mãos, um caiaque de verdade inteirinho feito com hashis (aqueles palitinhos de madeira usados para levar à boca comidas orientais)?

Pois foi exatamente o que fez Shuhei Ogawara, funcionário aposentado da prefeitura de Koriyama, no Japão. Inconformado com o que considerava um desperdício de madeira de boa qualidade, passou dois anos coletando 7.382 hashis na cafeteria da prefeitura e depois gastou mais de 3 meses colando uns nos outros para construir com eles o caiaque com 13 pés (4 metros) de comprimento que você vê na foto:

Obviamente, o japonês risonho ao lado do caiaque é Shuhei.

6 de abr de 2008

Mais uma ação criativa da Wonderbra

As ações de Marketing da Wonderbra são quase sempre criativas, bem humoradas e, a meu ver, extremamente eficazes no posicionamento da marca e do produto (sutiãs desenhados de modo a levantar, projetar e realçar os seios até mesmo de quem os têm pequenos).

Veja, por exemplo, esta ação, numa estação de metrô:

Note que a linha amarela (linha de segurança, atrás da qual os passageiros devem ficar enquanto aguardam o trem) para quem usa Wonderbra fica um pouco para trás da linha de segurança para os demais passageiros.

Mensagem clara: quando a mulher usa Wonderbra, seus seios são tão projetados e ganham tal volume (algo que eu suspeito ser o desejo secreto, ou nem-tão-secreto, de 9 em cada 10 mulheres menos favorecidas pela natureza no que se refere a esse quesito) que, se ela ficar na mesma posição dos demais passageiros, vai acabar sendo atingida pelo trem.

3 de abr de 2008

Outdoor sem imagem. Mas com muita imaginação.

Tempos atrás, escrevi neste espaço a respeito da rede de lojas Muji, do Japão. E disse que a ausência absoluta de brand é, naquele caso específico, um exercício de Branding da melhor qualidade.

Neste outdoor da Playboy - quem diria? -, a ausência de imagem, somada ao uso criativo da iluminação, dá asas à imaginação. Confira:

1 de abr de 2008

Idoso é a vó !!! (Será que ela é mesmo?)

Minha última coluna mensal na Gazeta Mercantil, publicada na edição de ontem (31 de março), gerou mais e-mails e comentários do que qualquer das anteriores. Tanto que resolvi reproduzí-la aqui.

Como v. pode ver, nele defendo a idéia de que está na hora de revermos o conceito de que alguém que chega aos 60 ou 65 deve ser considerado um idoso. Posso estar advogando em causa própria (afinal, me faltam menos de 7 anos para chegar aos 60), mas nem por isso deixa de ser verdade que há muita gente que continua ativa e produtiva aos 70, 80 e até mais.

Leia e forme sua opinião:

A vida não termina na meia-idade

Marcelo Cherto

Sempre me encafifou a crença generalizada de que a vida produtiva de um profissional deve se encerrar aos 65 anos de idade. Durante anos me perguntei de onde haveria surgido esse número cabalístico. Até que, dias atrás, lendo um artigo de Carlo Strenger e Arie Ruttenberg, descobri que foi uma lei alemã de 1916 que estabeleceu essa idade como a mínima para que alguém se aposentasse naquele país. E por que 65? Porque o Governo da época estava convencido de que bem poucos alemães chegariam a viver tanto. Afinal, naquele tempo, a expectativa de vida na Europa Ocidental era de menos de 50 anos. E, assim, não haveria muitas aposentadorias a pagar.

Porém, com a expectativa de vida se aproximando rapidamente dos 80 ou 90 anos, o conceito de meia-idade, assim como a idade da aposentadoria compulsória, precisam ser revistos rapidamente. Alguns dirão que, como já passei dos 50, estou advogando em causa própria. Pode até ser. Mas, se você parar para pensar, vai se dar conta de que conhece muita gente que, aos 80 ou mais, continua produtiva.

Comecei a trabalhar aos 17, como office-boy. Mas só me tornei produtivo de fato depois de ter concluído meu Mestrado, aos 24 anos. Como estou prestes a completar 54, posso dizer que sou produtivo há exatos 30 anos. E como, graças aos avanços da Medicina, me parece justo ter a esperança de chegar inteiro e trabalhando até os 84 anos de idade, posso dizer que, em princípio, salvo algum acidente de percurso, devo ter outro tanto de vida produtiva pela frente.

Digam o que disserem, com ou sem aumento da expectativa de vida, quem chega à meia-idade toma consciência de sua mortalidade. E de suas limitações. Há quem lide com isso comprando um carro esporte. Ou fazendo uma tatuagem. Ou trocando a esposa de 50 anos por uma de 25. Ou fazendo tudo isso ao mesmo tempo, numa tentativa vã de prolongar a própria juventude. Mas um número crescente vem optando por alterar o rumo de suas vidas abraçando uma nova carreira. O que me parece o caminho mais salutar.

Fundamental é que a pessoa mantenha a mente, os olhos e o coração abertos para perceber e explorar todas as oportunidades que certamente vão passar ao seu alcance. Que podem ir de investir numa franquia, a dar aulas, fazer palestras, fundar e dirigir uma ONG, abrir um restaurante ou se integrar a uma banda de Jazz. Vale tudo, desde que se mantenha a noção clara e realista, mas nunca pessimista, das próprias possibilidades.

Da minha parte, estou decidido seguir criando novos negócios e fazendo uma diferença positiva na vida das pessoas que me cercam, pautando minha existência – tanto no plano profissional, como no pessoal - pelo conselho sábio que um dia ouvi de meu amigo e companheiro de Academia Brasileira de Marketing Edson Godoy Bueno, fundador e maior acionista da Amil: nunca permita que suas lembranças se tornem maiores que seus planos”.

No que depender de mim, vou seguir sonhando, pensando grande, inovando. Criando novos produtos e novos negócios. Fazendo muitos planos. E pedindo a Deus que me dê saúde, garra e discernimento para transformá-los em realidade.

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MARCELO CHERTO é presidente do Grupo Cherto (www.cherto.com.br), diretor do Portal Franquia (www.franquia.com.br), membro da Academia Brasileira de Marketing e do Conselho Global da Endeavor (www.endeavor.org.br).